sábado, 17 de abril de 2010

A favela é boa para a esquerda!


Li agora uma entrevista do economista Sérgio Besserman, que já foi presidente do IBGE. Ele afirma que a culpa das favelas é do populismo.
Está corretíssimo, e explico o motivo:
Assim como ele afirmou em entrevista, os políticos populistas, vêem na favela, um curral de votos, que mantém através de tratamentos fora do comum.
Os moradores de favela são tratados como especiais por toda a sociedade, como se eles fossem diferentes dos outros. Quando se impede a entrada da polícia nos morros, se impede também o combate à violência, acarretando no crescente aumento da mesma. Os moradores de morros, ganham o direito de serem tratados de maneira diferente, como se fossem os excluídos da sociedade moderna, o que faz com que os demagogos da esquerda, ganhem votos em cima da desgraça alheia.
Tudo isso é fruto de interesses políticos e nada mais. Enquanto houverem esquerdistas, haverão miseráveis e moradores pobres em favelas. Isso gera voto, gera riqueza política e sustenta a base podre do esquerdismo nacional.
Qual seria a solução? Acabar com os barracos, extinguindo as favelas, mas não do jeito que o prefeito do Rio de Janeiro está fazendo neste momento de desespero, que garante sua imagem de salvador da pátria, afinal, as eleições estão aí.

O barbudo picareta está de volta!


Da Veja. Depois comento.
Desde que ajudou a eleger o presidente Lula, em 2002, uma maldição se abateu sobre o publicitário baiano José Eduardo Cavalcanti de Mendonça, o Duda Mendonça. Supersticioso e excêntrico, mas celebrado como um mago das urnas até pelos adversários mais críticos, Duda foi preso dois anos depois da eleição acusado de participar de um campeonato de briga de galos - hobby ilegal que ele praticava no Rio de Janeiro, mas que era pinto diante do que estava por vir. Em 2005, em depoimento à CPI que investigou o escândalo do mensalão, Duda admitiu a participação em um crime muito mais grave. Ele confessou ter recebido 10,5 milhões de reais do PT em uma conta clandestina nas Bahamas, como parte do pagamento pelo trabalho na campanha do presidente Lula. Supostamente decepcionado com a sujeira na política e réu por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, Duda, na época, prometeu abandonar as campanhas eleitorais, mas logo mudou de ideia. Após ensaiar um retorno como consultor em 2006, o marqueteiro elegeu 2010 o ano de sua volta ao mundo das refregas eleitorais. Duda já se insinuou para dois presidenciáveis (Dilma Rousseff e Ciro Gomes), negocia com sete candidatos a governador e já está trabalhando para um deles. Entre os que pagarão pelos seus talentos deve figurar até mesmo o presidente da CPI que o investigou, o senador petista Delcídio Amaral.

Comento:
Estão vendo como os barbudos sempre estão do mesmo lado? Lula, Vaccari e Duda, o trio parada dura, os donos da barba, da corrupção, cara de pau e picaretagem.

A frase que define Serra


Veja perguntou. Olhe o que o nobre José Serra respondeu:

Qual seria a frase que o definiria?
"Na vida, ninguém fracassa tanto quanto acredita nem tem todo o sucesso que imagina", de Joseph Rudyard Kipling, via Jorge Luis Borges. Trata-se de uma reflexão que levo muito em conta – minha vida, aliás, é uma ilustração disso. Tê-la em mente permite que sejamos mais humildes nas vitórias e mais altivos nas derrotas. E há uma frase que complementa essa: "O único limite às nossas realizações futuras são as nossas dúvidas no presente. Vamos adiante com fé", do presidente americano Franklin Delano Roosevelt. Para mim, a política não é a arte do possível, mas a arte de ampliar os limites conhecidos do possível.

Governo FHC, síntese!

Seguem abaixo alguns trechos dos feitos do Governo FHC. Para aqueles que criticam certos pontos, vale a pena ler e pesquisar mais sobre o assunto. O governo Lula é sim de continuidade, e nada teria sido feito, se não fosse por medidas criadas por FHC. Basta pesquisar senhores petralhas imbecis.

No que se refere às reformas, o governo conseguiu que o Congresso Nacional aprovasse a quebra dos monopólios estatais nas áreas de comunicação e petróleo, bem como a eliminação de restrições ao capital estrangeiro. A ampla política de privatização de empresas estatais renovou o país, por exemplo, nas áreas de telefonia e de extração e comercialização de minérios.

O governo também cuidou que projetos de mudanças mais consistentes na estrutura e no funcionamento do Estado brasileiro fossem encaminhados a partir da discussão das reformas tributária e fiscal, da previdência social e dos direitos trabalhistas. O argumento era de que essas reformas e mudanças administrativas tinham por objetivo fomentar a modernização das estruturas estatais, a fim de sustentar o desenvolvimento econômico e a integração do país no mercado mundial.

Apesar das várias crises externas que impactaram a economia brasileira durante o período, graças à continuidade do Plano Real a inflação se manteve baixa, na casa de um dígito percentual anual, e assim continuou pelos anos seguintes.

O governo Fernando Henrique Cardoso rebateu as críticas, demonstrando que foram implementadas uma série de políticas sociais de transferência de renda para as populações mais pobres, através de programas como o bolsa-escola, o vale-gás e o bolsa-alimentação.

Avanços significativos foram alcançados nas áreas da educação, saúde (com a distribuição gratuita de medicamentos contra a AIDS e a criação dos remédios genéricos, vendidos a preços baixíssimos) e principalmente na questão agrária (com a implementação de um sólido programa de reforma agrária).

Apesar das críticas dos partidos de oposição às alianças políticas do governo, foi a forte base parlamentar de apoio a Fernando Henrique Cardoso que contribuiu decisivamente para a estabilidade política, um dos traços importantes da gestão FHC, pois, além de assegurar a governabilidade, consolidou a jovem e frágil democracia brasileira.
Fonte: Uol Educação.

PS: Existe muito mais a ser mostrado quando se analisa pasta por pasta da gestão de FHC. Esta foi apenas uma síntese para calar a boquita de alguns radicais da esquerda, que se contentam com o discurso pobre e demagogo do PT.

Capa da Revista Veja desta semana!

Entrevista de Serra

Trecho da entrevista que José Serra concedeu à Revista Veja.
Aos 68 anos de idade, o economista e ex-deputado, ex-senador, ex-prefeito e ex-governador de São Paulo José Serra parte para a sua segunda tentativa de chegar à Presidência da República. A VEJA, ele falou dos motivos que o levaram a candidatar-se e do país que sonha em construir, caso vença: em síntese, um país que ofereça às pessoas oportunidade de crescimento. Oportunidade que, no caso dele, poderia ter faltado não fossem os esforços do pai, comerciante. “Ele carregava caixas de frutas no Mercado Municipal para que um dia eu pudesse carregar caixas de livros”, diz. Foi na sala que abriga alguns deles, parte de uma biblioteca pessoal de 10 000 volumes, que José Serra concedeu a seguinte entrevista.

Por que o senhor quer ser presidente da República?
Porque eu creio que o Brasil pode avançar mais, o Brasil pode mais, e eu me sinto preparado para isso. Eu me preparei a vida inteira para ser presidente.
(…)
Desde que o senhor entrou para a vida pública, há alguma convicção que a experiência tenha modificado?
A minha experiência de governo, nos vários governos, me possibilitou conhecer o essencial de diversas áreas e também me ajudou a entender por que, algumas vezes, as coisas não acontecem. Por exemplo: se você deixar a rédea solta, elas não acontecem.
(…)
E como, então, o senhor fará o jogo político? Como fará para ter uma base forte no Congresso?
Através do Orçamento. Ao contrário do que se acredita, 90% das emendas que os parlamentares apresentam são boas. E você pode inclusive orientar. Dizer, por exemplo: “Quem fizer emendas para concluir obras terá prioridade sobre os que fizerem emendas para começar obras”. Isso funciona, porque o que o parlamentar quer é aprovar a emenda e satisfazer sua base eleitoral. Não é só no Brasil que é assim, é no mundo inteiro - até nos países mais arrumadinhos. E esse é o melhor caminho para formar a unidade com o Legislativo. Outra coisa importante: nenhum grupo de deputados nomeia diretor de empresa pública. Nenhum. Isso porque, para um deputado, a pior coisa que pode acontecer não é ele não nomear: é o outro nomear e ele não. Tem de ter isonomia.

Quais serão suas prioridades na economia?
Eu tenho claríssima a prioridade que deve ser dada à área produtiva, à indústria. Até algum tempo atrás, vigorou o pensamento de que se deveria estimular só o setor de serviços. Isso é uma bobagem. O Brasil não pode voltar a ser uma economia primária exportadora. Isso não criaria empregos para 200 milhões de pessoas.

Por que os banqueiros gostam de falar mal do senhor?
Se falam, não chegou a mim. Eu acho que é importante para o Brasil ter um sistema financeiro sólido, e batalhei muito por isso. Na Constituinte, havia propostas de proibir bancos com capital estrangeiro de operar no Brasil e até de proibir bancos nacionais - ou seja, queriam liberar apenas os bancos locais. Eu ajudei a derrubar as duas propostas. E estava no governo quando foi feito o Proer, que realmente deu solidez ao sistema financeiro - solidez que permitiu, inclusive, o enfrentamento da crise atual. Agora, quanto a custos, taxas de juros, essas são questões operacionais de um governo. E aí eu tenho uma visão de que é essencial para o Brasil ter um sistema financeiro que empreste bastante, e empreste a custos suportáveis para as pessoas e para a área privada. Isso é uma meta. Em suma, quero dizer o seguinte: como ajudei a erguer a mesa, jamais a viraria. As pessoas do sistema financeiro que realmente me conhecem sabem disso.
(…)
E do ponto de vista da economia?
Há, nesse sentido, um desequilíbrio externo que vem se agravando pelo lado da balança comercial e do déficit em conta-corrente. Claro, nós temos reservas e temos tido entrada de capital, mas nove entre dez economistas se preocupariam com esse crescimento rápido do déficit externo. A eficiência da ação governamental, ou seja, a capacidade de fixar metas e de cumpri-las, é outro dado que preocupa. Ela ainda é baixa no Brasil. O grande loteamento político que foi feito resultou no aparelhamento de toda a esfera do setor público. Em relação às áreas sociais, há uma necessidade desesperada de avançar no campo educacional, no campo da saúde, que semiestagnou, e no campo da segurança - uma área em que, indiscutivelmente, o governo federal tem de se envolver mais. Até porque boa parte do crime organizado no Brasil se alimenta de armas e drogas que vêm sob a forma de contrabando, e combater isso é uma tarefa essencialmente federal.

No governo estadual, o senhor conseguiu aumentar o investimento e reduzir a relação entre a dívida e a receita, sem elevar impostos. E no governo federal, dá para aplicar a mesma receita?
Não só dá como será feito. O enfrentamento dessa questão se dá, como se deu em São Paulo, pelo aumento da arrecadação via combate à sonegação, e não pelo aumento da carga nominal de impostos. O corte de custos e de desperdícios aqui também teve um papel imenso.

Agora é sua vez!

Trecho de uma matéria da Revista Veja. Depois comento.

Com a casa em ordem,
Serra vai à luta

No discurso com o qual se lançou, Serra refutou a narrativa petista de que o Brasil só começou a ser construído em 2003, com a chegada de Lula ao poder. Disse que o momento positivo que o Brasil vive hoje se deve às conquistas obtidas por toda a sociedade desde o fim do regime militar, sobretudo à Constituição de 1988. Criticou a política externa brasileira e a sua inclinação para sustentar regimes autoritários, como os de Cuba e do Irã, e reservou boa parte da fala para condenar a estratégia petista de estimular uma disputa entre pobres e ricos na sociedade. "Não aceito o raciocínio do nós contra eles. Não cabe na vida de uma nação. Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos brasileiros, e não pela sua divisão", disse. O tucano também criticou o modo petista de governar, abrigando apaniguados em todas as engrenagens da máquina pública: "O Brasil pertence aos brasileiros que não dispõem de uma ‘boquinha’, que exigem ética na vida pública porque são decentes, que não contam com um partido ou com alguma maracutaia para subir na vida". Por fim, repisou o slogan que deverá dar o tom da sua campanha, "O Brasil pode mais". Serra está decidido a sublinhar suas diferenças em relação ao PT, mas sabe que não levará vantagem colocando-se como o "candidato da mudança", como fez Lula em 2002 ou Barack Obama, nos Estados Unidos, em 2008. Por isso, pretende insistir no raciocínio segundo o qual o Brasil melhorou muito desde a redemocratização, e ele, José Serra, é o mais preparado para dar continuidade a esse ciclo virtuoso.

Comento:
Serra deixou bem claro nas entrelinhas, a necessidade do PT de sustentar regimes autoritários e apoiar um conflito entre pobres e ricos, o que sem dúvidas, é bom para a esquerda. Seu slogam é "O Brasil pode mais", que já foi plagiado por Celso Amorim, um tal de ministro das relações exteriores aí.
Serra quer um país melhor, contradizendo tudo o que Lula e o PT dizem à tantos anos e nunca conseguiram fazer. Está na hora da mudança, mas uma mudança verdadeira, sem demagogias como fez Lula e Obama, uma nova história precisa ser construída neste país, se opondo ao reboliço proposto pelos democratas em todos estes anos de política nacional e internacional.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Quem é Dilma Roussef?



É amigos leitores, estão vendo quem é Dilma, uma guerrilheira com passagens pela polícia. Vocês querem uma pessoa deste nível governando o Brasil?
Lula critica tanto a ditadura, mas apoia governos totalitários por todo o mundo. E se não fosse a ditadura de direita no Brasil, não teríamos um progresso verdadeiro como tivemos.E a educação? Era exemlar neste período. Não víamos professores serem espancados por alunos. O discurso de Lula hoje é o mais imbecil de todos os tempos. Ele é um petralha hipócrita, que apoia ditaduras de esquerda e quer trazer suas ideologias para o Brasil. Dilma é uma pirraceira que segue seus mandamentos absurdos, de um totalitarismo totalmente contra o progresso da nação.

"Estimular a criar uma massa de miseráveis com título de eleitor na mão"
É exatamente isso que o PT fez durante estes anos. Não existe discurso para a esquerda se não houverem miseráveis no Brasil, pensem meus amigos, isso é proporcional. O que eles vão dizer se os miseráveis entrarem para as clases sociais de poder aquisitivo mais alto?
E estas pessoas, votam sim no PT, porque Lula os fez pensar assim. As soluções do Deus Lula vieram? Não, e nem vão vir. Dilma é igual ao barbudo, não adianta. Ainda pior: É uma guerrilheira trapaceira, que já passou o pé em muita gente.
Vão deixar ela passar o pé em vocês também?

Taxi Lunar

Composição: Zé Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo

Ela me deu o seu amor, eu tomei
No dia 16 de maio, viajei
Espaçonave atropelado, procurei
O meu amor aperreado

Apenas apanhei na beira-mar
Um táxi pra estação lunar

Bela linda criatura, bonita
Nem menina, nem mulher
Tem espelho no seu rosto de neve
Nem menina, nem mulher

Apenas apanhei na beira-mar
Um táxi pra estação lunar

Pela sua cabeleira, vermelha
Pelos raios desse sol, lilás
Pelo fogo do seu corpo, centelha
Belos raios desse sol

Apenas apanhei na beira-mar
Um táxi pra estação lunar

Comento rapidinho: Vamos para a estação lunar?

PSDB consegue autorização para fazer auditoria no Sensus

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou ao PSDB o acesso a documentos referentes à última pesquisa feita pelo Instituto Sensus, que aponta empate entre os candidatos à Presidência José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Na prática, o partido entende que a decisão autoriza os técnicos da legenda a entrarem na sede do instituto, em Belo Horizonte, para colher informações sobre o levantamento. A iniciativa tem como objetivo esclarecer como foi feita a pesquisa divulgada pela entidade na terça-feira, 13.

Os advogados do PSDB questionam alterações feitas no registro da pesquisa junto ao TSE - o nome do contratante, que por lei deve ser apresentado à Justiça Eleitoral, foi alterado quatro dias após a apresentação dos dados.

Estadão.com.br. Depois comento
"Diante do exposto, requer que esse Tribunal defira o presente pedido e expeça ofício - a ser entregue aos representantes legais do partido - dirigido ao Sensus, determinando que a empresa dê acesso ao PSDB de todos os dados mencionados no art. 13 e parágrafo único da resolução 23.190", afirmam os advogados na petição impetrada na quarta-feira, 14.

Comento:
Eu sempre digo que pesquisas são simplesmente meros meios de influenciar nos votos.
Os eleitores devem ficar atentos aos feitos de cada candidato e suas biografias, que valem muito para o futuro desta nação(Vejam na seção "Ano eleitoral", a postagem: Currículo dos presidenciais"). Só para lembrar: Dilma nunca foi eleita a nada e não tem competência nem para usar o twitter. Analisem bem pessoal!!!!
Quanto aos petralhas: Chorem senhores demagogos, esse empate técnico da candidata guerrilheira de vocês, não passa de uma falcatrua barata e muito mal produzida. Depois, ainda falam que somos nós, que distorcemos e ocultamos verdades.

Chávez cria 'guerrilha' para combater a 'imprensa capitalista'

Por Veja.com. Depois comento.
Com a criação do que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, chamou de "guerrilhas comunicacionais", grupos de jovens receberam do governo a missão de identificar as "mensagens capitalistas" transmitidas por meios de comunicação privados e "contestá-las" em murais, panfletos, mensagens de celular, blogs, sites e e-mails. Pelo plano chavista, nem mesmo pichações de muros devem ficar sem resposta.

As tais "guerrilhas" incluem adolescentes. Só entre os primeiros integrantes do grupo há 75 estudantes de 13 a 17 anos, recrutados em três colégios municipais. A oposição qualificou a iniciativa de "irresponsável". "É extremamente grave a decisão do governo de criar a guerrilha comunicacional em instituições educativas. Eles estão utilizando de maneira irresponsável crianças e adolescentes para atos políticos, o que é proibido por lei", disse José Luis Farías, porta-voz da coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática.

Representantes juvenis do grupo Aliança Bravo Povo, também opositor, pediram para a Unicef - organização de proteção à infância e à adolescência ligada à ONU - um pronunciamento sobre a incorporação dos estudantes aos quadros das guerrilhas comunicacionais.

O ministro da Educação venezuelano, Héctor Navarro, explicou em entrevista à emissora oficial Venezuelana de Televisão (VTV) que o objetivo do projeto é que os adolescentes se convertam em ativistas "da verdade" (que, para as autoridades venezuelanas, é sinônimo da versão oficial dos fatos).

"A guerrilha tem várias características: mobilidade, autonomia, versatilidade e comprometimento com os interesses do povo", afirmou Navarro. "Espera-se que os 'disparos' que esses grupos produzam sejam de ideias, de propaganda, de resposta a todas essas campanhas dos meios de comunicação."

Comento:

Irresponsabilidade total. Chávez está recrutando crianças ao seu sistema político ditadorial, comparo isso com o recrutamento armado que algumas nações do Oriente Médio fazem com seus estudantes, desde pequenos, que também é lamentável. Mas vejam, Chávez está fazendo pior, está transformando as cabeças das crianças, como se seu governo fosse o melhor, os seus pensamentos são os verdadeiros, o resto, não presta. Isto se chama lavagem intelectual, ele está restringindo o direito à liberdade(como sempre fez) e incapacitando os jovens de terem uma formação "multipolar".
Esta história toda já está passando dos limites, a doença de Cuba está sendo transmitida para todo o mundo, temos que tomar cuidado. E lembrem-se: Lula é amigo e compartilha dos mesmos ideais de Hugo Chávez e irmãos Castro.... E quem é sua candidata?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Campanha!

Gestão escolar


Resolvi abordar neste momento, um assunto muito interessante, que diz respeito à gestão escolar, ou seja, o papel do diretor em uma escola. As pessoas acham que é fácil, principalmente os alunos, que adoram criticar. Aliás, alunos reparam até nas vestes do professor, menos no conteúdo didático.
Li uma matéria sobre o assunto, no site da Revista Nova Escola, que trata especificamente da formação e práticas de um diretor. Segue abaixo, trechos do conteúdo com comentários na íntegra.

Para atuar como diretor de escola, o profissional precisa ser formado em Pedagogia. Mas há uma concessão para os graduados em outras áreas, com licenciatura em Educação. Todos estão, teoricamente, aptos a gerir uma escola. Porém, na prática, o que se revela é uma distância abissal entre o cotidiano escolar e os conteúdos adquiridos no curso superior. Nem todos os diretores têm experiência mínima em docência, o que costuma ser um pré-requisito até mesmo no caso das indicações políticas. Inexperientes e cheios de atribuições e responsabilidades, eles acabam sentindo na pele as implicações e complicações do cargo. Segundo o Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o país tem quase 200.000 diretores de instituições de Ensino Básico. Desses, 82,6% atuam na rede pública. No total, 86% têm curso superior, enquanto 85% possuem experiência de pelo menos dez anos em Educação. E, muitas vezes, uma década de prática docente não é suficiente para suprir as lacunas de conhecimento que quase todo diretor de primeira viagem tem.





Comento:
O conhecimento em sala de aula, é importantíssimo, para que o gestor, tenha uma visão mais ampla da realidade que se passa no corpo-a-corpo com os alunos, fator este, que um diretor, não consegue desenvolver estando no exercício de sua função, por conta da quantidade de tarefas que lhe são atribuídas. Porém, isto não traz demérito para um gestor que nunca deu aula. A competência de cada pessoa, é medida de maneiras diferentes, existem bons diretores, professores ou não.
Não sou diretor de escola, mas vejo mais ou menos, como é o trabalho, tendo por base, a escola onde estudo. É algo admirável, não é uma profissão para um simples pedagogo não, você precisa ter garra, coragem, determinação, e acima de tudo, amar o trabalho pela educação, pois as barreiras são muitas, e o importante é não desistir nunca.

**

...Para Bernardete Gatti, existem três características imprescindíveis para o bom diretor, independentemente de ele passar por uma formação continuada ou não. A primeira, quase elementar, é a noção do sistema escolar. "É fundamental, para estabelecer as ligações necessárias com os professores, inserir a escola na comunidade, conhecer a rede, o município, a região e as exigências próprias do sistema", diz. Outros traços essenciais para obter sucesso no cargo dizem respeito à capacidade de relacionamento com públicos estratégicos numa instituição de ensino. "O gestor deve ter espírito de equipe para articular as diferentes partes da escola e distribuir funções", ressalta Bernardete. "Por último, é fundamental a capacidade de se relacionar com a comunidade do entorno."

Comento:
A relação do diretor com a comunidade escolar é extremamente necessária e deve ser administrada com cautela, especialmente em regiões mais carentes.
Existem casos e casos de pais incompreensíveis, que acham que os filhos são santos, e batem de frente com os gestores, como se a escola, fosse a causadora de todos os males.
Um bom gestor, no meu humilde ponto de vista, é aquele que estabelece uma relação de respeito com os alunos e pais, a fim de buscar uma intertextualidade nos relacionamentos. Claro que a severidade deve fazer parte deste processo, pois nos dias de hoje, principalmente na rede pública de ensino, os profissionais da educação enfrentam situações de "risco" diariamente, em uma dinamização de acontecimentos, que necessitam de uma posição mais autoritária por parte dos "comandantes" de uma instituição escolar. Só assim, uma escola funciona, na base do respeito, ordem e cumprimento das necessidades básicas de ensino.
Meus parabéns ao Senhor diretor de Escola, Sílvio César Silva, por seu ilustre trabalho, a tantos anos, na gestão escolar da Rede Pública do Estado de SP.

Uma frase!

"Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus"

Fernando Pessoa

Esta frase é tão bonita, que coloquei ao lado direito do blog.
Caros, este poeta é de grande proficiência. Gostaria de saber, se vocês conhecem algum outro grande artista, como Fernando Pessoa, anti-socialista e anti-comunista.
Comentem!

Abraços.

Uma Pessoa, Pessoa!

Fernando Pessoa foi um homem digno de seu nome.
Um poeta que falava e dizia....
Era anti-comunista e anti-socialista, o que é difícil de encontrarmos hoje em dia. Estas visões políticas, são grandes motivos para seu admirável trabalho humano e racional, diferente daqueles que na maioria das vezes, defendem a esquerda, e seus pontos absurdos de análises.

"Tenho o dever de me fechar em casa no meu espírito e trabalhar

quanto possa e em tudo quanto possa, para o progresso da

civilização e o alargamento da consciência da humanidade".


Especial: Integralismo

Caros amigos leitores,
Estamos estudando, em sala de aula, alguns períodos históricos. Hoje, foi citado rapidamente o Integralismo e seu fundador, Plínio Salgado.
Procurei na internet, e encontrei alguns conteúdos interessantes sobre este movimento, que muitas vezes, é tido como sinônimo para o fascismo e nazismo, quando na verdade, existe uma ideologia democrática por trás de tudo isso, com uma fiscalização do estado, para que se evite uma baderna nacional.
Gostaria de deixar bem claro, que não sou totalmente a favor do integralismo, pois eles são contra os pensamentos liberais e capitalistas. Sou a favor nos seguintes pontos: Qualidade, fiscalização, rigor e moral na educação, cultura e sistema judiciário brasileiro.
Vejamos abaixo os conteúdos. Sigo comentando na íntegra.

(Cartaz de propaganda integralista - 1937)

Algumas diretrizes do integralismo, segundo o site da Frente Integralista Brasileira.
I) - O Integralismo compreende o Mundo de um modo total, e pretende construir a Sociedade, segundo a hierarquia de seus valores espirituais e materiais, de acordo com as leis que regem os seus movimentos e sob a dependência da realidade primordial, absoluta e suprema, que é Deus.
II) - Essa hierarquia, na qual se fundam o princípio e o exercício da Autoridade, faz prevalecer o Espiritual sobre o Moral, o Moral sobre o Social, o Social sobre o Nacional e o Nacional sobre o Particular.
III) - O Integralismo considera a Autoridade como força unificadora que assegura a convergência e o equilíbrio das vontades individuais e realiza a integração total das energias da Nação em razão do bem coletivo.
VI) - O Integralismo compreende o Estado como uma instituição essencialmente jurídico-política, detentora do princípio de soberania para realizar a unidade integral da Nação, coordenando e orientando numa diretriz única todos os grupos naturais que a constituem e todas as forças vitais que a dinamizam.
VII) - Portanto, na concepção integralista, o Estado se reveste da Suprema Autoridade político-administrativa da Nação, controlando e orientando todo o seu dinamismo vital, subordinando-se, porém, em tudo, aos imperativos da hierarquia natural das cousas, da harmonia social e do bem comum da Nação.
VIII) - O Integralismo reconhece no homem um ser dotado de personalidade intangível, com direitos naturais na tríplice esfera de suas legítimas aspirações materiais, intelectuais e morais.
IX) - Incumbe ao Estado a obrigação de prover as condições necessárias à satisfação integral dessas legítimas aspirações da personalidade humana, respeitando-as e favorecendo a sua mais ampla expansão, norteando-se sempre pelos imperativos da harmonia social e dos superiores destinos do homem.
XIII) - O Integralismo considera a educação intensiva e integral do povo como um dever fundamental do Estado, no interesse de sua própria estabilidade e progresso material e moral. Por isso, o Integralismo defende um programa amplamente educativo: ensino unificado e gratuito nos graus primários e secundários, com obrigatoriedade de matrícula e frequência; intensificação do ensino técnico; barateamento do ensino superior; levantamento do nível econômico, social e moral do professorado brasileiro; criação de universidades inspiradas nos princípios de uma filosofia integral; criação de cursos populares e de alta cultura; estímulo às pesquisas científicas, às belas artes e à literatura em suas diferentes modalidades, respeitados sempre os limites impostos pelos imperativos de ordem moral, social e nacional; liberdade e estímulo à iniciativa particular em todos os ramos de ensino, sujeitando-a, porém, à indispensável fiscalização por parte do Estado, no sentido de serem respeitados os mesmos imperativos. O Integralismo, mantendo a justa liberdade científica e didática, condena formalmente a liberdade descontrolada de cátedra.
XV) - Fiscalização direta do Estado sobre o cinema, o teatro, a imprensa, o rádio, todos os veículos do pensamento que estão hoje atentando contra a liberdade, forçando o povo a submeter-se aos caprichos de capitalistas internacionais, de burgueses materialistas, de espírito anárquico e de agentes de Moscou. Amparar os artistas nacionais, de modo que possam, com independência, ter a liberdade de serem brasileiros; auxiliar todos os empreendimentos artísticos; proteger o cinema nacional; sanear a imprensa, elevando-a e libertando-a dos interesses particulares que a oprimem - tudo isso será uma obra grandiosa do Integralismo.

Comento:
O integralismo é a defesa do nacionalismo, como vocês puderam perceber nos trechos acima. Eles defendem uma coerência na ordem pública, para que se evite a baderna, tendo para isso, a ação fundamental das autoridades, o que está mais do que correto.
Se tivessemos hoje, nos moldes atuais do cenário político, leis mais rigorosas para a repressão ao vandalismo e a marginalidade, não estaríamos sofrendo tanto com estes crápulas vagabundos que temos de conviver, sem o menor pudor.
Com relação à fiscalização da imprensa, cinema e meios de comunicação, sou totalmente contra a censura, mas a fovor de algo que evite o desrespeito mútuo na mídia, que aborda principalmente, comentários e acusações sem fundamento ideológico e verídico, partindo para a demagogia massifcada, que influencia e distorce a visão da sociedade. Censura não, mas respeito a informação e ao ponto de vista, sim.
Vale lembrar também, a preocupação com uma qualidade de ensino, que não tem sido observada no governo esquerdista brasileiro. Nos tempos de ditadura, tínhamos uma educação que fazia valer seu nome, hoje, temos uma baderna, em grande parte, onde existem mais leis favorecendo o aluno mal educado, do que o professor interessado em trabalhar.



Anauê é um vocábulo de origem tupi, que servia como saudação entre os indígenas.
É uma palavra com conteúdo afetivo que significa: "Você é meu irmão".
Com o Movimento Integralista, foi incorporada como saudação oficial entre seus integrantes e foi consagrada em louvor do Sigma. Servia ainda para exaltar, afirmar, consagrar e manifestar alegria.



O Integralismo brasileiro ideologicamente não aceita o capitalismo, defende a propriedade privada, o resgate da cultura nacional, o moralismo, valoriza o nacionalismo, os valores morais prática cristã, o princípio da autoridade (e portanto a estrutura hierárquica da sociedade), o combate ao comunismo e ao liberalismo econômico, por mais dicotômico que isso possa parecer.
A ideologia integralista combate tanto o comunismo como o liberalismo econômico, por mais dicôtomico que isso possa parecer. Defende que esses dois posicionamentos ideologicos são semelhantes devido à sua unidade de raízes teoricas, unidades de valores e unidade de fins.
Plínio Salgado exaltava o Nacionalismo como forma de se fazer a verdadeira revolução brasileira, como afirmado em seu livro A Quarta Humanidade. Salgado afirmou que a exaltação do passado colonial de qual resulta a herança etnica do povo brasileiro(nós somos um povo que começou a existir desde a morte de todos os preconceitos, quando as tres raças se fundiram)[13] é "verdadeira brasilidade", dado o estado de "abandono" que Portugal relegou ao Brasil; foi nesse abandono que nasceu uma nacionalidade espontânea, que seria corroída pelos estrangeirismos após a independência, e que o integralismo pretendia resgatar.

Fascismo&Integralismo
A relação entre o Integralismo e o Fascismo é um dos temas mais abordados quanto se estuda o movimento integralista. Enquanto a grande parte dos historiadores coloca o Integralismo simplesmente como uma manifestação do pensamento fascista, que tinha forte apelo na década de 1930, os integralistas se opõe a essa leitura da historia do movimento.

O professor de Direito do Largo São Francisco, Goffredo Telles Junior, que em sua juventude participou da Ação Integralista Brasileira relatou ,em entrevista concedida à Eugênio Bucci, o seguinte sobre a questão integralista e fascista: (…)há quem diga, bem sei, que o integralismo era fascista. Hoje, eu sei que o integralismo não era um movimento unificado. Havia uma ala fascista dentro dele. Mas nós, estudantes universitários, nunca tomamos conhecimento desta ala discordante. Nós defendíamos o integralismo para combater o fascismo(…).

Comento:
Pois é, existia sim uma ala fascista no movimento integralista, como disse acima, o professor de Direito. Mas vejam que isso não era o foco para suas atitudes. Segundo ele, o integralismo era usado para combater o fascismo.
Nos dias de hoje, certamente o integralismo não funcionaria se fosse aplicado ao pé da letra, como nos transmite as diretrizes integralistas. Acredito que nosso sistema deva sim ser reformulado, através de leis mais rigorosas e punitivas, não dando chances ao crime organizado, que é sim mais organizado do que a polícia, que tanto admiro e luto para melhores condições de serviços.

Dilma tem problema para montar palanque em 15 Estados; Serra, em 3

O título deste post, é de uma matéria do Estadão.com.br

Comento:

Lula quer uma coligação de mais de 10 partidos para apoiar Dilma, enquanto Serra, está coligado apenas com 3. Por que será que o PT quer tantos aliados? Existe uma resposta óbvia: Arrecadar votos, somar, quantidade é o princípio dos esquerdistas. A qualidade, fica a cargo de José Serra, que sabe que com 3 partidos, pode fazer muito, com uma proficiência indiscutível.
Equanto Lulão e Dilma tentam ganhar pela manipulação e soma cretina de votos, Serra se preocupa com o futuro do Brasil, que foi consideravelmente abalado pela esquerda hipócrita.

terça-feira, 13 de abril de 2010

O poder das palavras

Quando escrevemos certas coisas, por menores que sejam, causamos impactos diferentes nos leitores. É bom fazermos uma análise sobre este processo dinâmico, contínuo e motivador.
Hoje, na publicação da primeira edição do jornal mural de minha escola, no qual sou editor, percebi as diferentes visões das pessoas, com relação a um mesmo texto. O público procura nas palavras, uma relação direta com sua vida, ou com algum acontecimento dela, algo que ele já viveu, está vivendo ou pode vir a viver. É interessante verificar esta perspectiva, porque cada pessoa que para e lê os conteúdos do jornal, forma um contexto de entendimento completamente oposto ao de uma outra pessoa, e até mesmo, da intenção inicial do autor, fazendo com que este, verifique a importância e a dinamização que suas palavras podem causar.

Editorial - O Porta Voz

O Porta Voz é o jornal mural de minha escola, no qual, sou editor.
Segue abaixo, o editorial da primeira edição.
Boa leitura!


A educação, como fonte primordial para a fundamentação da sociedade, é o valor mais trabalhado dentro de uma instituição de ensino, realmente comprometida com o desenvolvimento de práticas visionárias, que beneficiem os alunos e o processo no qual são submetidos diariamente.
Os conceitos devem ser trabalhados a partir de uma perspectiva interdisciplinar, onde os alunos tenham acesso a conteúdos culturais, informativos e científicos, formando uma opinião própria, fazendo assim, com que o processo de estímulo à arte e a cultura seja desenvolvido.
Esta primeira edição do jornal mural veio exatamente para incentivar os alunos a estarem mais integrados no processo de desenvolvimento cultural e educacional, que vem sendo realizado na escola, a partir de projetos e interesses de alunos, comprometidos com um futuro melhor para nossa nação.
A educação não é feita somente por professores e gestores escolares, mas sim, por cada um de nós, que fazemos deste processo, algo dinâmico e motivador, que pode ser trabalhado de várias maneiras, abrindo as portas para a imaginação e interatividade de todo o contexto escolar.
O Porta Voz foi desenvolvido pensando no corpo discente, onde as pessoas possam participar e se informar quinzenalmente sobre os acontecimentos nacionais, internacionais e escolares, a partir de pontos de vista extremamente distintos, que podem ser percebidos nas colunas, onde os autores expressam suas visões de mundo, com toda sua credibilidade textual, envolta de um só foco: liberdade de expressão, visando a disseminação do conhecimento.
Queremos trabalhar pensando em um futuro próximo, onde os alunos possam desenvolver o censo crítico, a partir de idéias que formem uma análise social equivalente à capacidade de pensar, que todos nós desenvolvemos, percebendo ou não. O que não queremos, é compactuar com alunos baderneiros, que interferem diretamente no direito de ir e vir de pessoas que estão comprometidas e interessadas no estudo. Entupir fechaduras e depredar patrimônio público, é crime previsto em código penal, segundo informa a constituição vigente. Ainda existem verdadeiros alunos, que querem estudar e não podem ser prejudicados por um ou dois arruaceiros. Existem escolas que pregam a educação “vamos que vamos”, e existem escolas que pregam a educação de qualidade. Garantimos a vocês, que a segunda opção equivale com a EE Professor João Cruz.

Engarrafamento Pequinês, Por Eduardo Reina

Para tentar resolver o problema dos intermináveis congestionamentos na cidade de Pequim, a prefeitura local alterou o horário de entrada dos servidores públicos. A partir deste mês, os pequineses vão iniciar a jornada de trabalho meia hora mais tarde, como saída para diminuir o número de veículos nas ruas da capital chinesa nos horários de pico de trânsito. E olha que a frota pequinesa é de 3,5 milhões de veículos, contra mais de 6 milhões da cidade de São Paulo.

Comentem pessoal, o que acham? Daria certo em São Paulo?

Ahmadinejad ganha camisa da seleção brasileira de futebol

Estadão Online. Depois comento.

Durante encontro com ministro Miguel Jorge, iraniano afirmou que oportunidades de ccooperação são 'ilimitadas'

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad recebeu nesta terça-feira, 13, das mãos do ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, uma camisa da seleção brasileira de futebol.

O ministro brasileiro termina hoje sua visita ao Irã, em que foi acompanhado por mais de 80 empresários brasileiros. Durante uma reunião de 15 minutos entre Ahmadinejad e Miguel Jorge, o iraniano agradeceu a missão empresarial e garantiu que as oportunidades de comércio e de cooperação entre os dois países são "ilimitadas". Ahmadinejad também ganhou um livro com a historia de Pelé.

A viagem foi marcada por negociações para garantir o estabelecimento de linhas de crédito entre os dois países. Na europa a viagem é vista como um desafio à política de sanções contra o Irã. Em maio, o presidente Lula deve fazer uma visita ao líder iraniano.

Comento:

Quando dizem que o mundo é pequeno, sou obrigado a concordar. Vejam vocês como o encontro da imbecilidade pode acontecer em quinze minutos, e prejudicar toda uma gama de nações, que estão realmente comprometidas com o progresso pacífico do desenvolvimento social, econômico e cultural.
Lula achou mais um parceiro na política ditadorial, que tanto admira e gosta de pregar no povo brasileiro. Essas oportunidades de cooperação ilimitadas, que o babaca do Oriente médio ofereceu, é que mais me preocupam.
Ainda bem que o governo esquerdista falido está acabando. Imaginem o que seria de nós, com um livro do Pelé na mão, uma camiseta da seleção sob comando de Dunga, e um acordo bélico em funcionamento?

Correndo contra o tempo

Com lenço e com documento, contrapondo a canção.
Caros amigos, a vida anda bem corrida. Estou desenvolvendo alguns projetos junto à escola, e quase não paro em minha casa. Vou atualizando o blog conforme o pouco tempo que tenho, mas a moderação de comentários, continua normalmente.
Hoje, acredito que no fim da tarde ou a noite, estarei de volta com mais posts.
Um grande abraço,

Bom dia a todos!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sociologia da violência

No terceiro ano do ensino médio, estamos trabalhando violência, nas aulas de sociologia.
Achei este trecho na rede, sobre sociologia da violência e da criminalidade. Vale a pena repassar:
A Sociologia da Violência e da Criminalidade, como o próprio nome indica, trata das questões referentes aos fenômenos sociais da violência e da criminalidade. Violência difere-se da criminalidade por que existem crimes que não são cometidos com violência física. No sentido contrário existem atos violentos que não constituem crime. Por exemplo, uma luta de boxe ou de caratê olímpicos. Esses esportes pressupõem golpes violentos que muitas vezes fraturam ou provocam cortes nos praticantes, nem por isso constitui-se crime. Já uma briga de rua, onde os oponentes saem feridos, não só se trata de um crime (vandalismo, lesão corporal) como possui caráter violento. A Sociologia da Violência e da Criminalidade também estuda as principais teorias criminológicas da criminologia e as diversas escolas formadas a partir do século XX.

Este trecho ilustra um pouco, os conteúdos que estamos aprendendo em sala, iniciando as análises de cada tipo de violência.

Educação


A educação é colocada em prova, quando percebemos a ignorância massficada das pessoas. De quem será o erro? Do professor? Dos alunos? Da direção da escola?
Difícil chegarmos a um resultado exato, o fato é que não podemos desistir de algo tão valioso e motivador.
Com muito orgulho, faço parte do Projeto Jovens de Futuro, realizado pelo Instituto Unibanco, que tem como objetivos, diminuir a evasão escolar e aumentar o rendimento dos alunos, nas disciplinas de português e matemática, através de prova avaliatória.
Hoje, tivemos uma reunião, com todas as escolas participantes, aqui de Jacareí. Eu entro nessas reuniões, quase sem esperança, mas saio muito motivado, com sede de mudar o mundo, ou pelo menos, parte dele. A cada dia que se passa, vejo a necessidade de fazer parte deste processo educacional que tanto melhorou nos últimos anos, pelo menos, no estado de São Paulo, em questões estruturais. Tem muito o que melhorar sim, mas não podemos tratar com demérito tudo o que já foi feito.
Desde que estudo na rede pública de ensino, me envolvo com trabalhos voluntários, a fim de melhorar a educação dos alunos, como eu. Vejo a inexistência de um interesse maior por parte dos estudantes, com relação ao futuro profissional. O foco deles, está direcionado ao fato de ser rico, ou, bem sucedido. Mas como alcançar isso? De que maneira? Quando? São perguntas que me faço diariamente, e que através destes trabalhos educacionais, busco respondê-las.
Vejo uma necessidade, de fazer parte integralmente, da Educação brasileira, em princípio, no Estado de São Paulo. Estou percebendo que minha presença neste processo docente é fundamental para minha formação enquanto cidadão formador de opinião, e sei, que tenho muito a contribuir para com cada indíviduo, aluno, estudante, pensante, e que um dia, quer ser algo na vida.
Penso seriamene em cursar sociologia, estou quase decidido, o resto vem com o tempo. Minha segunda graduação possivelmente será em pedagogia e uma pós em jornalismo, para enfatizar este trabalho jornalístico que venho desenvolvendo com o blog.
Tudo isso, foi resultado de uma longa análise pessoal, com contribuições de alguns mestres, que fazem parte fundamental em minha vida, com seus ensinamentos profícuos, que acreditem, fazem muita diferença nesta fase de decisões que estou passando e que todos vocês passarão, ou, já passaram.

Minha formação será sociológica, meu objetivo inicial será a educação, e a informação, consequentemente, fará parte deste processo dinâmico.
Vamos trabalhar?
Por uma educação melhor!!!!!

Iago José

domingo, 11 de abril de 2010

Eu uso de imagens e argumentos

Não quero transformar este blog em um outdoor eleitoral, como andam dizendo alguns petralhas por aí.
Sempre admirei muito a carreira política e pessoal de José Serra, e o defendo sim.
Sempre que puder, postarei por aqui, imagens e informações que valem a pena ser conhecidas por vocês, leitores. Informações, que na maioria das vezes, a grande imprensa não divulga.
Ao contrário da grande imprensa massificada e covarde, eu sou um crítico, um formador de opinião, tenho o direito de transmitir aos senhores leitores, os meus pensamentos, as minhas ideologias, os nomes que admiro e defendo, e os que odeio. E é exatamente isso que sempre fiz e vou continuar fazendo, doa a quem doer. A imprensa covarde, salvando raras excessões, fica em cima do muro, querendo agradar gregos e troianos, em uma tentativa de coação dos petralhas, que possa vir a acontecer, caso alguns jornalistas metam a boca no trombone.

Usarei imagens em meu blog, para mostrar a proficiência dos políticos de direita no Brasil, assim como tentam fazer os esquerdistas, com os petralhas. A diferença entre a minha análise e a deles, é simples: Eu uso de imagens e argumentos. Eles, apenas imagens.

Os devaneios de metrô, que postarei aqui(já postei I, vejam na seção "devaneios"), fazem juz a qualidade dos serviços prestados pela CPTM, sob fiscalização dos governos municipal e estadual. Serra faz parte deste processo, e o faz tão bem, como toda sua carreira política.
Problemas sempre existiram e vão continuar existindo, a diferença, é que a direita política paulista trabalha para solucionar aquilo que o "federalismo" petralha omite.

Frase do mês

"Quanto mais mentiras os adversários disserem sobre nós, mais verdades nós diremos sobre eles"
José Serra

Link do discurso de FHC na festa democrática de Serra

https://www2.psdb.org.br/images_conteudo/radio/707e5233abc6572a59b4094168137819197113.mp3

Homens do século

Estes sim, são visionários.


Morre um símbolo da direita



Matéria por Folha Online. Depois comento.

Avião transportando o corpo de Kaczynski chega a Varsóvia

O avião que levava o corpo do presidente polonês Lech Kaczynski, morto num acidente aéreo no sábado, na Rússia, aterrissou neste domingo no aeroporto militar de Varsóvia por volta das 10 horas.

A filha do presidente morto e seu irmão gêmeo, Jaroslaw Kaczynski, entre outros membros da família, assim como as demais autoridades polonesas e o presidente do Parlamento europeu, Jerzy Buzek, participavam, no aeroporto, de uma cerimônia oficial.

Em seguida, o cortejo fúnebre se dirigirá ao palácio presidencial, no centro histórico de Varsóvia. Milhares de poloneses se aglomeravam desde o início da tarde, hora local, ao longo do percurso para prestar a seu presidente morto uma última homenagem.

O velho Tupolev caiu em um nevoeiro perto de Smolensk, no oeste russo, no sábado, matando todas as 96 pessoas a bordo. Kaczynski planejava marcar o 70º aniversário do massacre de oficiais poloneses por forças soviéticas em uma floresta próxima.

O primeiro-ministro russo Vladimir Putin liberou o caixão de Kaczynski em uma breve cerimônia em Smolensk.

Milhões de pessoas da nação fervorosamente católica lotaram as igrejas para orar por Kaczynski. Milhares ocuparam a área defronte o palácio presidencial em Varsóvia, transformada em um santuário adornado com flores, velas, bandeiras da Polônia e retratos do presidente.

O presidente interino Bronislaw Komorowski e o premiê Donald Tusk também acenderam velas ao som de sirenes ao meio dia.

Komorowski declarou uma semana de luto nacional e exortou os poloneses a colocar de lado suas diferenças políticas no momento. Kaczynski, um nacionalista de direita aguerrido, foi uma figura polêmica que fez muitos inimigos.

"Trabalhamos juntos para construir a democracia polonesa", disse Lech Walesa, líder do movimento Solidariedade, que derrubou o comunismo em 1989 e ao qual Kaczynski chegou a pertencer.

"Mais tarde as diferenças nos afastaram... mas esse é um capítulo encerrado agora", disse Walesa, que tinha embates freqüentes com Kaczynski.

Jaroslaw, irmão gêmeo de Kaczynski, líder do Partido Lei e Justiça, a maior legenda da oposição e um aliado próximo, voou até o local do acidente no sábado para ajudar a identificar os corpos.

O líder das forças armadas da Polônia, que no país é o chefe da Marinha, o presidente do Banco Central, legisladores oposicionistas e a esposa de Kaczynski, Maria, estavam entre os mortos no acidente.

Comento:
Meus sentimentos ao nobre Lech Kaczyński, sua esposa e todos os falecidos nesta tragédia inimaginável.
O mundo perdeu ontem um dos maiores políticos direitistas. Tenho certeza que Kaczyński cumpriu seus deveres enquanto cidadão político e que deixará um legado ainda mais forte ao seu sucessor.

Os petralhas estão desesperados: Serra chegou!

Meu comentário no blog de Augusto Nunes.
Serra abriu a mente de muita gente ontem, tenho certeza. Quem estava indeciso, está começando a rever seus conceitos.
A esquerda, medíocre como sempre, adora pregar o discurso de que só quem nasce pobre e um dia chega ao poder, presta. O resto, não vale nada. Quem estuda é “burguês”, como eles costumam dizer. Como se a classa média não tivesse valor nenhum no país. Contrapondo essa besteirada toda, e deixando a esquerda com o rabo entre as pernas, Serra disse: “Meu pai carregava caixas de frutas, para eu carregar caixas de livros”. Para desespero dos petralhas, Serra é de origem simples, e cresceu na vida porque estudou, teve vontade de vencer, e hoje é um dos maiores políticos da história deste país.
Não posso deixar de comentar sobre FHC. O PSDB não precisa e não escondeu esta figura importantíssima para o Brasil. A popularidade que Fernando Henrique não tem, é aquela dos 2.000 entrevistados que os sensos pesquisam e que usam para influenciar toda uma sociedade.
O povo, o verdadeiro povo, que sabe o que é política, reconhece a importância e proficiência de FHC, um ex-presidente de honra para este país, um dos maiores pensadores da direita, apesar do PSDB não ser um partido extremamente de direita, pois prega a social-democracia.
Não tenho mais o que dizer, tendo em vista que Serra disse tudo e mais um pouco. O evento de ontem foi sublime, fantástico. É o início do recomeço, do legado que este país tem a receber, caso Serra seja eleito. Só nós temos a ganhar com isso!

Imagens do fim de semana!

O dia de Serra!
Por uma democracia livre... Serra é o Cara!!!





MARQUETEIRO DE DILMA FICOU DISPARANDO TORPEDOS PARA TENTAR INFLUENCIAR OPINIÃO DE JORNALISTAS

Por Reinaldo Azevedo. Como ele divulgou em seu blog, estou repassando, com o maior prazer:

Podem espalhar para que todos fiquem sabendo:

Enquanto acontecia o evento dos partidos de oposição em Brasília, João Santana, marqueteiro do PT, ficou disparando torpedos para os celulares dos jornalistas que cobrem política, muitos deles presentes ao encontro. E o que eles diziam?

Contra todas as evidências e contra a percepção dos presentes, afirmava que o evento estava ruim, que os discursos eram equivocados, que esse e aquele cometiam erros, que havia um monte de problemas… Em suma, o marqueteiro Santana tentava pautar os tais formadores de opinião. Até parecia que Santana estava com vontade ajudar…

A multimilionária campanha de Dilma Rousseff contratou os interneteiros que cuidaram da campanha de Obama. Essa foi uma prática corriqueira dos seus homens de marketing: criar um movimento de opinião contra os adversários — naquele caso, primeiro no próprio Partido Democrata; depois, para atingir os republicanos. Qual é a tese? Mais importante do que o sucesso ou insucesso de um evento em si, o que conta e a repercussão. E Santana tentou estragar o que os próprios petistas consideravam estar sendo um sucesso.

Certo! Não se pode condená-lo por tentar, não é? Mas informar o seu esforço é uma iinformação que tem de ser tornada pública. A pressão de Santana vai funcionar? Vamos ver.

Ah, sim: não adianta Santana negar. Ele sabe que é verdade. E sabe também que SMSs ficam registrados nos celulares, não é?

Ah, sim: os blogueiros do Planalto, aqueles pagos para fazer o blog do Lula, também deram plantão do Twitter, tentando pôr o evento pra baixo, comparando-o com o Dilma e sustentando, claro, que o comício ilegal da petista estava muito melhor. Eles, obviamente, não chamaram o comício de “ilegal”.

Demagogo

Frase de Sérgio Cabral:
“A demagogia levou a essa situação. Aqui no Rio isso é muito forte. Pessoas morando em áreas de risco como se fosse natural. Não é natural”.

Comento:
Bom, pelo menos ele reconhece que tem culpa no cartório, assim como o prefeito do Rio de Janeiro, que já tirou seu cavalinho da chuva. Ambos são demagogos, irresponsáveis. Área de risco é Área de risco, como o próprio nome diz. Será que ninguém vê isso? Tem que morrer quantos para esses petralhas fazerem algo? Bando de demagogos.

sábado, 10 de abril de 2010

Matéria da Veja e minha análise


O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, subiu ao palco aos gritos de “Olê, olê, olê, olá, Serra, Serra”, assim como os militantes petistas cantavam para Lula na campanha de 1989. O tucano iniciou pedindo um minuto de silêncio em homenagem aos mortos na tragédia do Rio de Janeiro e, em seguida, disse que daria um abraço mais apertado em Aécio Neves, governador de Minas Gerais.

Seu discurso foi abrangente, mas José Serra fez questão de lembrar sua origem humilde e destacar cada parte de sua trajetória política, desde a luta contra o regime militar até o exílio no exterior, além de suas realizações como político já no país redemocratizado. “Sou sobrevivente do Estádio Nacional de Santiago, onde muitos morreram. Por algum motivo, Deus permitiu que eu saísse de lá com vida”. O tucano disse estar pronto para a disputa eleitoral. “Uma caminhada que vai ser longa e difícil, mas que com a ajuda de Deus e com a força do povo brasileiro será com certeza vitoriosa”.

José Serra destacou as melhorias do país nos últimos 25 anos. “Com o Plano Real, o Brasil transformou sua economia a favor do povo, controlou a inflação, melhorou a renda e a vida dos mais pobres, inaugurou uma nova Era no Brasil”. No entanto, fez questão de dizer que as mudanças não foram responsabilidade de “um único homem, ou um único governo. Mas, se avançamos, também devemos admitir que ainda falta muito por fazer”.

O candidato, porém, disse que não aceita o raciocínio “nós contra eles”, em referência às comparações entre governos tucano e petista, e disse que isso não cabe na vida de uma nação. “Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos brasileiros e não pela sua divisão”.

Educação, segurança e saúde também foram temas abordados no discurso de José Serra, que repetiu diversas passagens de sua fala no evento em São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, há algumas semanas. Sobre segurança, afirmou que o maior problema do Brasil é a “certeza da impunidade” e voltou a dizer que na segurança e na Justiça do Brasil “também se pode mais”. “Saúde é vida, Segurança também. Por isso, o governo federal deve assumir mais responsabilidades face à gravidade da situação. E não tirar o corpo fora porque a Constituição atribui aos governos estaduais a competência principal nessa área”.

Indiretamente, Serra fez uma crítica ao governo Lula, quando disse que “democracias não têm operários morrendo por greve de fome quando discordam do regime”. E completou, “quanto mais mentiras os adversários disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles”.

Já no fim do discurso, Serra citou o escritor Guimarães Rosa, que escreveu: “O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”. ”Concordo”, disse o tucano. “É da coragem que a vida quer que nós precisamos agora. Coragem para fazer um projeto de país, com sonhos, convicções e com o apoio da maioria. Juntos, vamos construir o Brasil que queremos, mais justo e mais generoso. Eleição é uma escolha sobre o futuro. Olhando pra frente, sem picuinhas, sem mesquinharias, eu me coloco diante do Brasil, hoje, com minha biografia, minha história política e com esperança no nosso futuro. E determinado a fazer a minha parte para construir um Brasil melhor. Quero ser o presidente da união. Vamos juntos, brasileiros e brasileiras, porque o Brasil pode mais”.
Por Veja Online.
Leiam mais trechos do discurso de Serra no arquivo do blog.

Serra acaba de discursar. E um jingle já começou a ser executado. Este é o refrão:

“Quando se conhece bem uma pessoa,
quando se sabe se é gente boa,
com Serra, esta certeza a gente tem,
Serra é do bem, Serra é do bem”

No blog de Reinaldo Azevedo.


Análise:
Serra falou tudo o que o Brasil precisava ouvir. Não podemos nos deixar levar pela hipocrisia da esquerda, meus amigos leitores.
A imprensa lulista diz que Serra não tem carisma para governar o Brasil, como se isso fosse o essencial para que o político seja um bom governante. E hoje, Serra mais uma vez comprovou que é competente e mostrou o carisma tão desejado pelos lulistas.
Os esquerdistas também são do grupo, que defendem as pessoas pobres que chegaram ao poder, como se isso fosse um mérito maior que todos os outros, como se uma pessoa estudada, fosse incompetente. Esta é a visão da esquerda, que mais uma vez foi desmascarada por Serra, que para a infelicidade do PT, também é de origem humilde, o que não dignifica e nem tira caráter de ninguém.
Eu não tenho dúvidas de que ele é o mais bem preparado para governar este país. Vocês tem?

Encerrando cobertura na íntegra!


Queridos leitores, estou encerrando a cobertura na íntegra, do evento de lançamento da candidatura de José Serra à presidência. Continuarei por aqui, moderando os comentários e me informando minuto a minuto, das novidades da festa democrática mais esperada deste ano. Volto a qualquer momento, caso aconteça algo inesperado. O plantão não para. A noite, voltarei com especiais sobre todo o evento.

Continuem acompanhando na íntegra, através do site da Revista Veja!!! Eles estão de plantão.

Veja nas eleições...


Fernando Henrique Cardoso subiu ao palco por volta do meio-dia e foi ovacionado. O único, por enquanto, a falar de improviso, FHC afirmou que Serra é “o construtor do futuro”.

“Mais de uma vez eu disse: só se pode entregar um país como o Brasil a alguém como José Serra”, disse, referindo-se ao candidato como “meu amigo, meu irmão”.

“O Brasil cansou de desrespeito à lei, de autoconfiança ilimitada. O Brasil quer lei, quer respeito. Como disse o próprio Serra, o Brasil quer ver o malandro que roubou na cadeia. O Brasil do Serra vai ser o Brasil da decência, do respeito a lei. A hora é agora a hora é de Serra”, destacou, sendo muito aplaudido pelos presentes.

FHC discursa!



Por Veja Online
Fernando Henrique Cardoso subiu ao palco por volta do meio-dia e foi o mais aplaudido até agora. O único, por enquanto, a falar de improviso, FHC afirmou que Serra é o condutor do futuro. “Mais de uma vez eu disse: só se pode entregar um país como o Brasil a alguém como José Serra”. Além disso, o tucano chamou José Serra de “meu amigo, meu irmão”.

O ex-presidente foi o primeiro a atacar frontalmente as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), uma das principais frentes da campanha da petista Dilma Rousseff, e a qualificá-las como “fantasiosas”.

Defensor da chapa puro-sangue (Serra e Aécio), FHC afirmou que o ex-governador de Minas Gerais é o futuro do Brasil e “quem tem Serra e Aécio não precisa de mais nada”.

Comento:
FHC disse tudo e mais um pouco. Criticou a lambança do PAC, com toda a razão. Falou o que muita gente não teria coragem de falar. A verdade está do lado de FHC, está do lado de José Serra.

Aécio chegou!!!!!



Às 12h10, o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, chegou ao lançamento da candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência.

Aécio entrou no salão principal do evento aos gritos de “vice, vice”.

Antes do evento começar....

Imagem do dia!

Como governador


Eleito em primeiro turno com 12 milhões de votos, Serra investiu R$ 64 bilhões, especialmente em obras, transporte e saneamento. Na saúde, entregou à população 10 novos hospitais e criou 22 AMEs, unidades com médicos e laboratórios. Expandiu a rede de ensino técnico, criando quase 200 mil vagas para jovens e priorizou a Cultura. Foi pioneiro ao estabelecer em lei redução de gases do efeito estufa.
Por Amigos do Serra

Comento:
Precisamos de mais, é claro. Serra demonstrou que foi um dos melhores, se não o melhor governador deste Estado. Ele está preparado para a presidência e fez valer cada voto que recebeu no Estado.
Em uma simples comparação de Serra e Dilma, quem será que ganha? Adivinhem!!!!
Vejam aqui no blog, na seção "Ano eleitoral", a postagem "Currículos dos presidenciais"

Serra FEZ


Como também faço jornalismo cultural aqui no blog, vou postar, com muita honra, alguns feitos de José Serra pela cultura.

Serra promoveu uma virada na Cultura de São Paulo triplicando o orçamento da Secretaria estadual. São R$ 897 milhões para 2010, 20% a mais do que os recursos do ano passado, maior do que o orçamento do Ministério da Cultura para todo o Brasil, de R$ 796 milhões.

A gestão foi marcada pela preservação do patrimônio cultural, pelo estímulo à produção artística e muito empenho em tornar os bens culturais mais acessíveis à população de São Paulo. A Virada Cultural Paulista levou mais de 1 milhão de pessoas apara assistir espetáculos em 20 cidades.

O Circuito Cultural Paulista promoveu 700 espetáculos em 60 municípios. O Viagem Literária levou autores da literatura brasileira ao encontro de 26 mil pessoas em 55 bibliotecas do Estado. O Vá ao Teatro vendeu mais de 50 mil ingressos a preços populares. E o Vá ao Cinema, programa que distribui ingressos para filmes nacionais, levou mais de 2,1 milhões de estudantes aos cinemas.

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo realizou 137 concertos na Sala São Paulo, além de dois concertos gratuitos no Parque Villa-Lobos e programação a preços populares, aos domingos. A OSESP realizou 12 concertos nos Estados Unidos, mas também levou ao interior do Estado quatro concertos sinfônicos e 32 de câmara, além de cursos e oficinas.

A SP Escola de Teatro foi criada para formar profissionais em artes cênicas, começou com oito cursos: Atuação, Cenografia e Figurino, Dramaturgia, Direção, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. Os primeiros 200 alunos foram selecionados entre 2 mil inscritos.

A São Paulo Companhia de Dança e a Escola de Circo despertam novos talentos. E as Fábricas de Cultura oferecem espaço equipado para atividades culturais na periferia. O Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, maior evento de música erudita da América Latina chegou, em 2009, à sua 40ª edição, com 46 apresentações musicais para 51 mil pessoas.

Serra ampliou a visitação aos 22 museus paulistas, municipalizou mais 16 museus, criou o Museu da História de São Paulo e, para as crianças, o Catavento, espaço de iniciação científica.

Um sucesso entre os jovens é a Biblioteca de São Paulo, no Parque da Juventude, que tem DVD, CD e muita tecnologia. Para 2011, a meta é concluir o Centro Musical de Campos do Jordão e, em 2014, o Complexo Cultural – Teatro da Dança.

www.amigosdoserra.com.br

Trechos do discurso de Serra!

...Fizemos uma nova Constituição, escrita por representantes do povo. Com o Plano Real, o Brasil transformou sua economia a favor do povo, controlou a inflação, melhorou a renda e a vida dos mais pobres, inaugurou uma nova Era no Brasil...
Trechos do discurso, do começo ao fim, que Serra fará em breve
...Mas, se avançamos, também devemos admitir que ainda falta muito por fazer. E se considerarmos os avanços em outros países e o potencial do Brasil, uma conclusão é inevitável: o Brasil pode ser muito mais do que é hoje.
Mas para isso temos de enfrentar os problemas nacionais e resolvê-los, sem ceder à demagogia, às bravatas ou à politicagem. E esse é um bom momento para reafirmarmos nossos valores....

...Democracia e Estado de Direito são valores universais, permanentes, insubstituíveis e inegociáveis. Mas não são únicos. Honestidade, verdade, caráter, honra, coragem, coerência, brio profissional, perseverança são essenciais ao exercício da política e do Poder.....

No ministério da Saúde do governo Fernando Henrique tomei a iniciativa de enviar ou refazer e impulsionar seis projetos de lei e uma emenda constitucional – a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Agência Nacional de Saúde, a implantação dos genéricos, a proibição do fumo nos aviões e da propaganda de cigarros, a regulamentação dos planos de saúde, o combate à falsificação de remédios e a PEC 29, que vinculou recursos à Saúde nas três esferas da Federação - todos, sem exceção, aprovados pelos parlamentares do governo e da oposição.

...É assim que eu trabalho: somando e unindo, visando ao bem comum. Os membros do Congresso que estão me ouvindo, podem testemunhar: suas emendas ao orçamento da Saúde eram acolhidas pela qualidade, nunca devido à sua filiação partidária....

Se o povo assim decidir, vamos governar com todas e com todos, sem discriminar ninguém. Juntar pessoas em vez de separá-las; convidá-las ao diálogo, em vez de segregá-las; explicar os nossos propósitos, em vez de hostilizá-las. Vamos valorizar o talento, a honestidade e o patriotismo em vez de indagar a filiação partidária.

Minha história de vida e minhas convicções pessoais sempre estiveram comprometidas com a unidade do país e com a unidade do seu povo. Sou filho de imigrantes, morei e cresci num bairro de trabalhadores que vinham de todas as partes, da Europa, do Nordeste, do Sul. Todos em busca de oportunidade e de esperança.

A liderança no movimento estudantil me fez conhecer e conviver com todo o Brasil logo ao final da minha adolescência. Aliás, na época, aprendi mesmo a fazer política no Rio, em Minas, na Bahia e em Pernambuco, aos 21 anos de idade. O longo exílio me levou sempre a enxergar e refletir sobre o nosso país como um todo.

Minha história pessoal está diretamente vinculada à valorização do trabalho, à valorização do esforço, à valorização da dedicação. Lembro-me do meu pai, um modesto comerciante de frutas no mercado municipal: doze horas de jornada de trabalho nos dias úteis, dez horas no sábado, cinco horas aos domingos. Só não trabalhava no dia 1 de janeiro. Férias? Um luxo, pois deixava de ganhar o dinheiro da nossa subsistência.

Um homem austero, severo, digno. Seu exemplo me marcou na vida e na compreensão do que significa o amor familiar de um trabalhador: ele carregava caixas de frutas para que um dia eu pudesse carregar caixas de livros.


E eu me esforço para tornar digno o trabalho de todo homem e mulher, do ser humano como ele foi. Porque vejo a imagem de meu pai em cada trabalhador. Eu a vi outro dia, na inauguração do Rodoanel, quando um dos operários fez questão de me mostrar com orgulho seu nome no mural que eu mandei fazer para exibir a identidade de todos os trabalhadores que fizeram aquela obra espetacular.

Por que o mural? Por justo reconhecimento e porque eu sabia que despertaria neles o orgulho de quem sabe exercer a profissão. Um momento de revelação a si mesmos de que eles são os verdadeiros construtores nesta nação.

Eu vejo em cada criança na escola o menino que eu fui, cheio de esperanças, com o peito cheio de crença no futuro. Quando prefeito e quando governador, passei anos indo às escolas para dar aula (de verdade) à criançada da quarta série. Ia reencontrar-me comigo mesmo. Porque tudo o que eu sou aprendi em duas escolas: a escola pública e a escola da vida pública.

Aliás, e isto é um perigo dizer, com freqüência uso senhas de computador baseadas no nome de minhas professoras no curso primário. E toda vez que escrevo lembro da sua fisionomia, da sua voz, do seu esforço, e até das broncas, de um puxão de orelhas, quando eu fazia alguma bagunça.

Mas é por isso tudo que sempre lutei e luto tanto pela educação dos milhões de filhos do Brasil. No país com que sonho para os meus netos, o melhor caminho para o sucesso e a prosperidade será a matrícula numa boa escola, e não a carteirinha de um partido político. E estou convencido de uma coisa: bons prédios, serviços adequados de merenda, transporte escolar, atividades esportivas e culturais, tudo é muito importante e deve ser aperfeiçoado. Mas a condição fundamental é a melhora do aprendizado na sala de aula, propósito bem declarado pelo governo, mas que praticamente não saiu do papel.

Serão necessários mais recursos. Mas pensemos no custo para o Brasil de não ter essa nova Educação em que o filho do pobre freqüente uma escola tão boa quanto a do filho do rico. Esse é um compromisso.

É preciso prestar atenção num retrocesso grave dos últimos anos: a estagnação da escolaridade entre os adolescentes. Para essa faixa de idade, embora não exclusivamente para ela, vamos turbinar o ensino técnico e profissional, aquele que vira emprego. Emprego para a juventude, que é castigada pela falta de oportunidades de subir na vida. E vamos fazer de forma descentralizada, em parcerias com estados e municípios, o que garante uma vinculação entre as escolas técnicas e os mercados locais, onde os empregos são gerados.


O grande escritor mineiro Guimarães Rosa, escreveu: O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Concordo. É da coragem que a vida quer que nós precisamos agora. Coragem para fazer um projeto de País, com sonhos, convicções e com o apoio da maioria.

Juntos, vamos construir o Brasil que queremos, mais justo e mais generoso. Eleição é uma escolha sobre o futuro. Olhando pra frente, sem picuinhas, sem mesquinharias, eu me coloco diante do Brasil, hoje, com minha biografia, minha história política e com . esperança no nosso futuro. E determinado a fazer a minha parte para construir um Brasil melhor.

Quero ser o presidente da união. Vamos juntos, brasileiros e brasileiras, porque o Brasil pode mais.”

Discurso de Serra


O discurso começa com:
“Venho hoje, aqui, falar do meu amor pelo Brasil; falar da minha vida; falar da minha experiência; falar da minha fé; falar das minhas esperanças no Brasil. E mostrar minha disposição de assumir esta caminhada. Uma caminhada que vai ser longa e difícil mas que com a ajuda de Deus e com a força do povo brasileiro será com certeza vitoriosa.

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